quarta-feira, 8 de junho de 2011

INTERCAMBIO BARREIRA-GEORGIA (E.U.A)




















Intercambio Barreira – Georgia

I Encontro 25 /05/2011

Tema: Apresentação dos alunos do 5 Ano da Escola Antonio Julião Neto Barreira CE no Blog.
1.  Equipe UFC Virtual: Explicaram para os alunos como seria o projeto nesse mês de Junho.
2.  Alunos do 5º ano acessaram o blog:nossoslugares no mundo e se apresentaram e postaram comentarios com os alunos da Escola Monteiro Lobato em Fortaleza.
 
 


segunda-feira, 25 de abril de 2011

Aula Professora Aurelia 7º B - Ortografia e Concordância - Abril 2011





Objetivos:Identificar erros fonológicos e ortográficos presentes em diferentes placas.Discutir o porque dos erros ortográficos encontrados e o despertar do uso correto.

Aulas da Professora Aurelia-8ºB - Português - Ortografia e Concordância - Abril 2011





Objetivos:Identificar erros fonológicos e ortográficos presentes em diferentes placas.Discutir o porque dos erros ortográficos encontrados e o despertar do uso correto.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Atividades dos alunos do 8º ano A e B - Professora Delvênia - Religião

A vida no planeta

Todos já sabem que o aquecimento global esta prejudicando a vida em nosso planeta. Hoje em dia, as pessoas estão consumindo mais, e com o consumismo, vem a poluição, que nos prejudica,aumentando as queimadas que aumenta o buraco na camada de ozônio. Com isso vem os danos,como o derretimento das geleiras aumentando o nível do mar,causando grandes tsunamis,terremotos,enchentes. E a poluição do ar, isto é o que estamos fazendo, jogando lixo em todo lugar,acabando com o mundo em que vivemos.
Como uma coisa depende da outra,nos dependemos da água,para bebermos e
das plantas que purifica o ar que respiramos. Com a poluição das águas dos rios estão acabando,nosso pouco abastecimento de,água potável da terra, e sem água como podemos viver? e sem ar?.e com as queimadas e o desmatamento,aumenta o efeito estufa,e os gazes que são os diatoxicos:CARBONO(CO2)O METANO(CH1)e o ÓXIDIO NITROSO(N2O), que retém as radiações solares.Sem as plantas,como estaríamos vivos,por que estamos acabando com tudo.
A relação entre o meio ambiente e DEUS, DEUS criou o mundo,pra gente cuidar e não pra destruir,mas as pessoas, ‘’nós’’ nem ligamos, DEUS não quer um mundo destruído mas um mundo melhor.

"NADA É PEQUENO E SEM VALOR,
QUANDO É FEITO COM AMOR"

GRUPO: Joana D’Arc, Michele Cruz, Rafaela,Thayna Teixeira 8º B
Escola Antonio Julião Neto


A vida no planeta

        Dizem que até hoje os cientistas querem saber tudo sobre a existência da humanidade e florestal. Ouvimos dizer que em geração a geração os cientistas nunca descansaram, passaram anos pesquisando, e creio que um dia vão descobrir toda a resposta.Mas para isso eles estão desmatando as florestas e acabando com o planeta. Os danos são muitos, para algumas pessoas não e impossível contar todas as conseqüências dessa destruição. Citando algumas dessas catástrofes que pode acontecer,como a morte dos humanos por causa da temperatura alta, a morte das arvores por causa do homem e etc.
        E considerando que uma coisa depende da outra, por que uma arvore depende das pessoas para que ela sobreviva.
        Todas dizem que entre o meio ambiente e Deus há uma relação muito grande, porque sem Deus não há meio ambiente e sem meio ambiente Deus não pode existe nos corações das pessoas.

Grupo:Andre,Mikael,Pedro Paulo,Hugo,Marcos Philipe,jeffesom. 8º  A
Escola Antonio Julião Neto


Como está a vida no planeta?

      Vamos fazer um breve comentário sobre a vida no planeta, por que a poluição vem trazendo vários danos a natureza e também a vida social de todos.
      A vida no planeta está sendo modificadas pelas ações humanas como, por exemplo: poluições do ar, visuais e sonoras, também desmatamentos e poluições de mares.
      Toda a humanidade depende de alguma coisa, tipo: o mar e o ar, se continuarmos poluindo os mares não teremos água potável, pois aproximadamente 3% da água é potável isso inclui todo o planeta. Se continuarmos desmatando as florestas e poluindo o ar a camada de ozônio irá aumentar cada vez mais e não vai ter mais oxigênio suficiente para respirarmos.
      Deus criou o ser humano para cuidar dos animais, das florestas e tudo que há em nossa volta más, o que ELE não esperava era nós que não fosse destruir todo o ambiente e agora A CRIAÇÂO GEME EM DORES DE PARTO.
                                                                                 

 Amanda Kelly, Ana Beatriz Romão, Ana Beatriz Teles, Josiane, Marcelo Rodrigues. 8º A
Escola Antonio Julião Neto







sexta-feira, 25 de março de 2011

Educador quer redes sociais no currículo escolar

Pesquisador da Unicamp participará de congresso sobre redes sociais na educação. "Blogs só são usados para divulgar conteúdo", diz

As redes sociais, como o Twitter, o YouTube e o Flickr, podem – e devem – entrar nas salas de aulas como ferramentas de uso pedagógico, na avaliação do pesquisador do Núcleo de Informática Aplicada à Educação (Nied) da Unicamp, José Armando Valente. Nesta sexta-feira, o professor vai participar do congresso People.Net in Education, no auditório da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, que vai discutir a aplicação das redes sociais à educação. Ao iG, Valente adiantou o foco de sua palestra e a preocupação de que as ferramentas não sejam usadas apenas como um apêndice das aulas, mas que haja uma orientação sobre o conteúdo consumido e gerado para a rede dentro das escolas: “Se não tiver alguém orientando, não é pedagógico. A ideia de que na rede um ajuda o outro, é romântica. O que acaba acontecendo é que um cego conduz outro cego”, diz. Para o professor, atualmente, nenhum país consegue fazer isso de forma sistemática, penas através de iniciativas pontuais.
Confira a entrevista concedida por telefone pelo pesquisador, que é também professor o Departamento de Multimeios, Mídia e Comunicação do Instituto de Artes da Unicamp e pesquisador colaborador do Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo, da PUC-SP:

iG: As redes sociais já são usadas nas escolas como ferramenta para desenvolver o aprendizado dos alunos?
José Armando Valente: Tem professores – pontualmente – usando blogs e outros recursos de rede sociais em aula, mas isso só ocorre por interesse particular de alguns profissionais. Não existe uma prática incentivada por grupos, escolas, redes de ensino. Mesmo assim, o que eles fazem, na maioria dos casos, é usar blogs para divulgar algum conteúdo que não deu tempo de passar em aula, receber material de aluno. Essa prática não inova em nada, é apenas uma outra forma de transmitir informação. Poderia ser usado um email, por exemplo.

iG: E como seria o uso de forma inovadora?
José Armando Valente: As ferramentas de redes sociais devem ser usadas como práticas pedagógicas, de forma integrada ao currículo. Não adianta só acessar a rede dentro da escola, sem uma proposta. Tem que ter alguém olhando e orientando, verificando se os alunos estão gerando conteúdo de fundamento, se tem um conceito sendo trabalhado. Isso é o que quero falar na palestra (no congresso Congresso People.Net in Education): “Se não tiver alguém orientando, não é pedagógico. A ideia de que na rede um ajuda o outro, é romântica. O que acaba acontecendo é que um cego conduz outro cego”.

iG: O senhor poderia citar exemplos práticos?
José Armando Valente: Brincar no Twitter gera um conteúdo de síntese muito grande. O professor de português poderia usar essa atividade para treinar o resumo de ideias com os alunos. Mas não é o que ocorre. Os jovens usam a ferramenta, mas o professor não intervém, não questiona o que eles fazem. Outro caso que tomei conhecimento é o de uma escola que propôs que os alunos organizassem um flash mob (mobilização instantânea em local público, geralmente organizada por email ou redes sociais). Deu certo, mas os professores de matemática perderam a oportunidade de trabalhar vários conceitos em relação ao evento, como estratégia e logística, que são conteúdos da aula de matemática. A escola fez a atividade, mas não usou como prática pedagógica. Aí nas aulas mantém o método tradicional de transmissão de conhecimento, que se torna uma chatice para os alunos.

iG: Quais as dificuldades para tornar esse uso das atividades em rede como prática pedagógica uma realidade?
José Armando Valente: É muito difícil, é mais fácil usar recurso para transmitir informação, do jeito que sempre foi. Mesmo quando os professores têm interesse e vontade, não têm apoio da gestão da escola, das redes de ensino para aplicar outros tipos de aula. É complicado usar de forma isolada, tem que estar no currículo. Hoje, as redes sociais são usadas só como apêndices, atividades fora da rotina.

iG: Em algum país é diferente e as redes já são integradas ao currículo?
José Armando Valente: Ninguém faz isso no mundo inteiro. Mesmo a Coréia do Sul e a Dinamarca, países tecnologicamente avançados e com bons resultados nas avaliações educacionais, não conseguiram. A Inglaterra tem um grupo que está trabalhando o conceito há algum tempo, tem consciência da necessidade dessa mudança, mas só aplicou a prática em escolas pontuais.

iG: Por que as mudanças tecnológicas demoram mais a ser incorporadas no ambiente escolar que em outros meios. As escolas continuam muito parecidas com as de décadas atrás...
José Armando Valente: O ensino tem uma estrutura hierarquizada, difícil de ser transformada. Uma das atividades da educação é perpetuar o status quo. E essa manutenção tem um valor. Mas essa mudança que estamos falando, das atividades da era do lápis e papel para a era digital, é necessária. Um gráfico que era desenhado no papel agora rapidamente ganha recursos e formas através da tecnologia. O estudo dele muda, não basta só entender o gráfico, mas é preciso interpretá-lo, dar novas funções e movimentos a ele. E isso tem que entrar no currículo.

iG: Muitas vezes, os alunos já têm mais facilidade com a tecnologia do que os professores. Isso não atrapalha a relação professor-aluno? Como os docentes devem se preparar para lidar com essa diferença de experiência e conquistar o respeito dos alunos?
José Armando Valente: O professor tem que ser esperto, usar os conhecimentos do aluno, pedir ajuda no que os jovens conhecem mais, organizar uma dinâmica na sala de aula que dê voz a quem sabe. O professor precisa sair do pedestal e entender que tem gente que sabe mais que ele. A grande dificuldade está em querer que o professor saiba tudo, enquanto a molecada toma conta. É preciso fazer uma parceria com o aluno.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Coordenadores do UCA da Escola Antonio Julião participam de formação

Os Coordenadores do Projeto UCA da Escola Antonio Julião Neto, participa da ultima formação do ano de 2010.

Na formação foi trabalhado a formação BLOG, como parte pedagógica e suporte para manutenção dos uquinha.

Ainda na pauta o lançamento dos projetos de Barreira e Jijoca, relato de experiências nas escolas e o planejamento para 2011.